25 de fevereiro de 2012

Surreal

Parte VI 

Não parei de sonhar com o Gabriel Cactus. Acordei às 8 da manhã, comi e voltei a dormir, nem isto impediu o fato de parar de sonhar. Ao contrario, os sonhos foram melhores que o da madrugada, porém você ainda estava o perturbando, oras essas. E foi mais ou menos, nessa vontade/agonia incessante que o meu dia prosseguiu. Além de que você dormiu e até agora não mandou sequer notícias. Sabe se lá se dormiu, ou abandonou como em outros casos, sim?
     O fim da semana está acabando, e eu não fiquei tão nervosa quanto pensa. Foi uma das mais tranquilas, consegui me equilibrar e ficar mais na minha área. Pois é, o acréscimo da hora será hoje, e eu estou tão longe. Que dó de mim. Achei que iria voltar para casa hoje, mas ocorreu alguns problemas, e por isso, provavelmente só voltarei amanhã. Assim ocorre.
      Afinal, ontem nem choveu tanto, deu relâmpagos e trovões para chuviscar, o oposto do que ocorreu aí. Não vejo a hora de chegar no ninho e ver o que aconteceu. Entretanto foi bom ter falado contigo durante a noite e escutar o barulho da chuva. Tranquilizou ainda mais. 
     Quanto aos sonhos que tive, acho melhor não posta-los e sim te contar. Alguns bons, outros ruins. 

Eu te adoro.



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